The Love of Sumako the Actress (1947) 95m. (Joyu Sumako no koi)
The sixth of some fourteen films that the great actress Kinuyo Tanaka made for the master Mizoguchi was this historical biography of Sumako Matsui, one of Japan's first modern stage actresses and first emancipated women. The film details Sumako's famed relationship with noted stage director Hogetsu Shimamura, one of the founders of the shin-geki movement advocating Western-style theatrical realism. The two fall in love while rehearsing the first Japanese production of Ibsen's A Doll's House, in which Sumako is to play Nora. Shimamura abandons his wife and child for a personal and professional partnership with his star actress, and events soon take a tragic turn. Offering a fascinating, fact-based account of the rise of Western theatre in Japan, and unfolding as a rich, accomplished melodrama which makes artful use of the life-and-stage-as-mirrors motif, The Love of Sumako the Actress "represents a plateau of excellence in the work of Mizoguchi" (Noël Burch). The film is often cited -- with Victory of Women (1946) and My Love Has Been Burning (1949), both of which also star Tanaka -- as part of a Mizoguchi "Fighting Women" trilogy. A Teinosuke Kinugasa-directed version of Sumako's story, called Actress (Joyu), and starring Mizoguchi regular Isuzu Yamada, appeared the same year. Director: Kenji Mizoguchi. Cast: Kinuyo Tanaka, So Yamamura, Eijiro Tono, Kikue Mori. B&W, In Japanese with English subtitles. [Daniel Richard]
Fez-me lembrar a "Noite de estreia" do Cassevetes, no cruzamento da vida do actor, neste caso actriz, com a representacao em palco. Pungentes as cenas em que o encenador exige a repeticao exaustiva da cenas, ate' lhe parecer a entoacao correcta das frases, de forma a que estas possam exprimir os sentimentos expressos no drama de Ibsen. Estas repeticoes vao permitir mais tarde na representacao seja sufiente escutar o texto, deixando a camara livre para explorar outros caminhos. A passagem do tempo neste filme e' um pouco desconcertante, mas claramente eficaz, o realizador centra a toda a energia num punhado de cenas chaves, e informa-nos de passagem o tempo decorrido na historia. Bonita a personagem do director da escola, primeiro rejeitando o encenador porque este se juntou com a amante deixando a familia, mas depois da morte do encenador, tudo faz para concretizar o sonho do teoria moderno em que ele tambem acredita, assumindo-se alem disso como o admirador do trabalho artistico de Sumako( a amante), e na importancia desta para a concretizao do projecto de reforma do teatro.
Uma ultima palavra para o local onde vi o filme, Japan society em Manhattan, com um programa de classicos japoneses de luxo, um local a ter em conta.